Técnica auxilia não apenas em casos de autismo, mas Alzheimer, câncer e outras enfermidade – foto NE 10
“Ele entra na sala e a musicoterapeuta o cumprimenta. Há o lugar onde ficam os instrumentos e os brinquedos. Ele escolhe com que tipo vão trabalhar”.
“Se escolhe instrumentos, eles cantam músicas que fazem barulho de chuva, das ondas do mar. Se ele pede o brinquedo lúdico, eles brincam com fantoches de dedo para estimular conversação entre os animais.”
É para falar dos resultados que a musicoterapia trouxe para seu filho de 6 anos, Paulo Roberto, que Viviane Marques, moradora de Passos (MG), descreve uma das sessões de terapia da criança.




