Aos 78 e prestes a lançar dois discos (o que define como sua ‘saída à francesa’ da música) Nana Caymmi conversou com o jornal ‘Folha de S.Paulo‘ e causou polêmica e reações às suas declarações. Muitas de suas falas foram de cunho político, e outras a respeito de suas netas e sua sobrinha, Alice Caymmi, que também se dedica à música.
Como a própria Folha definiu, em 71 minutos de entrevista, Nana falou 89 palavrões, e não fugiu de nenhum assunto, entre eles, política. Ela revelou ter votado em Jair Bolsonaro, contrariando parte da classe artística, e revela:
“É injusto não dar a esse homem um crédito de confiança. Um homem que estava f*dido, esfaqueado, correndo para fazer um ministério, sem noção da mutreta toda… só de tirar PMDB e PT já é uma garantia de que a vida vai melhorar. Agora vêm dizer que os militares vão tomar conta? Isso é conversa de comunista. Gil, Caetano, Chico Buarque. Tudo chupador de Lula. Então, vão pro Paraná fazer companhia a ele. Eu não me importo.”
Ainda sobre política, Nana acredita que não deve voltar a se apresentar um dia na Bahia, e aponta: “Bahia não tem nada, é PT”.




