A MP (Medida Provisória) que autoriza o saque
das contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) corre o
risco de não ser aprovada pelo Congresso Nacional em razão dos últimos
acontecimentos no cenário político nacional.
A medida perde a validade no dia 1º de junho e
pode prejudicar os trabalhadores nascidos entre setembro e dezembro. Até a data
limite, ou seja, em dez dias, a medida precisa ser aprovada no plenário da
Câmara e no Senado.
A
MP, que já passou pela comissão mista da Câmara, está na pauta desta quarta-feira,
ou seja, não fosse a turbulência política, teria grandes chances de ser
apreciada pelos deputados.
O panorama já complicado foi abalado a partir da delação premiada de um dos




