
Ter uma ceia farta e presentes sob a árvore será um desafio principalmente para as classes C e D, em meio ao auxílio emergencial reduzido à metade, desemprego recorde e dólar alto, que fez saltar o preço dos alimentos.
Ainda assim, o varejo e especialistas apostam no aumento do consumo. Será o Natal das aves, dos vinhos e espumantes nacionais, da diversidade de pratos, mas em porções menores.
Há dois pontos para a aposta de crescimento em vendas. Um é que mesmo os mais pobres vão privilegiar os gastos no Natal pelo que a data representa após meses de limitações.




