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No Brasil consumo de livros cresceu só 2%, no mundo 11%

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​Estamos destacando o Prêmio Jabuti 2015, importante para valorizar a cultura e a indústria dos livros no Brasil: o jornalista Marcelo Godoy venceu com o livro documentário sobre o terror no Doi-Codi, “A Casa da Vovó” e  Maria Valéria de Rezende é a autora do romance premiado neste ano “Quarenta Dias”. Houve no total 27 premiações, o Jabuti também lança vários jovens autores ou autoras, além de entrar também pelo livro digital. Mas embora nosso país tenha a 5ª maior população e o 7º mercado consumidor, a receita de sua indústria editorial em 2014 representou apenas 2,12% do faturamento mundial do setor. O percentual confirma matematicamente a pertinência dos esforços a serem feitos para ampliar o número de leitores brasileiros, fator decisivo para o avanço em indicadores de desenvolvimento como educação, saúde, segurança e distribuição de renda, a melhoria está ligada de maneira intrínseca ao acesso à informação e ao conhecimento. No ano passado, foi de 59,3 bilhões de euros o faturamento das 56 maiores editoras de livros do mundo. O número significou avanço de 11% em relação a 2013. O Ranking Global de Editoras é elaborado desde 2007 pela revista francesa Livres Hebdo, em parceria com sites especializados dos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, China e o PublishNews do Brasil, dentre outros. Já a última pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, realizada pela FIPE/USP para a Câmara Brasileira do Livro (CBL) e o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), mostra que a receita do setor em 2014 foi de 5,4 bilhões de reais, ou 1,26 bilhão de euros (ao câmbio de 7 de outubro de 2015). O valor é equivalente só a 2,12% do resultado mundial. Urgente o Brasil avançar no sentido de se ampliar o número de leitores em nosso país, de 1,2 livro/ano, conforme revela a última edição da pesquisa Retratos da Leitura. Um povo que lê pouco, também não usa muito a cabeça, ler ajuda a desenvolver o raciocínio e despertar o lado cult da pessoa, sem o quê os avanços para a criação de um futuro mais sustentável e mais feliz também ficam mais lentos. Não é só a informação digital, os livros aceleram o ritmo do desenvolvimento dum país. E isso em todos os setores da realidade e até da ecologia da vida.

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Amanhã, aqui neste novo webespaço Jornal da Franca mais um Flash de Ecologiamais um microblog na aventura da vida daqui da cidade, da região, do país, do planeta, um post a cada dia, onde quer que você esteja, paz aí, Padinha.

Cesar Colleti

O que acontece e como acontece em Franca e região