
Barra do Piraí, no Rio de Janeiro. Mairiporã, em São Paulo. Fazenda Rio Grande, no Paraná. Abreu e Lima, em Pernambuco. Jataí, em Goiás.
Cidades diferentes, em estados diferentes, mas com ponto em comum: têm 100 mil habitantes, mesmo número de mortes causadas pela tragédia da Covid-19 no Brasil desde o início da pandemia. É como se cada mulher e homem, cada criança, adulto e idoso de uma dessas cidades tivesse morrido nos últimos cinco meses.
Se as cem mil pessoas mortas pelo coronavírus estivessem concentradas numa mesma região geográfica, equivaleriam a todos os moradores dos bairros de Botafogo e do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro. Ou ao total de quem vive nos bairros da Mooca e Pari, em São Paulo.




