O Brasil é considerado, pela OMS (Organização Mundial de Saúde), como o país mais ansioso do mundo.
A estimativa era que, antes da pandemia do coronavírus, o país tinha aproximadamente 9,3% da população ansiosa, o equivalente a cerca de 19,4 milhões.
Com a pandemia, os períodos de luto e isolamento social, a situação só piorou. Conforme a OMS, somente no primeiro ano da pandemia, as taxas de depressão e ansiedade subiram 25%, o que fez a agência da ONU (Organização das Nações Unidas) pedir, neste ano, aos governos que atentem-se à saúde mental da população.
A psicóloga e docente do curso de Psicologia da Estácio, Ana Carolina H. Ermisdorff, esclarece que a ansiedade é uma emoção comum, natural no desenvolvimento e no modo de ser humano. Assim como as outras emoções, ela tem uma função na vida e no desenvolvimento do indivíduo.




