Prefeitos que pensam que podem fazer o que quiserem na administração de uma cidade, fiquem espertos: o prefeito de Sorocaba, José Crespo, escolhido por 182 mil eleitores, foi cassado pela Câmara daquela cidade, por 14 votos a 6.
A razão que levou à sua cassação também é curiosa e pode servir de parâmetro para outros prefeitos do interior: a nomeação de uma servidora comissionada para exercer cargo de confiança em seu gabinete.
A história é tosca. José Crespo nomeou Tatiane Polis para chefiar seu gabinete, com salário de R$ 9,1 mil mensais.
Para tanto, era necessário que ela possuísse curso superior. Foi apresentado um diploma com suspeita de falsificação.




