Em seu corpo mutilado, com o barro escurecido pelo tempo que permaneceu rolando pelo leito das águas do rio, a imagem ainda trazia pequenos sinais da pintura original em púrpura e azul, cores que caracterizam a realeza e a divindade da Santa Mãe de Deus.
O padre Inácio Medeiros conta a história da Padroeira do Brasil, em publicação feita no portal Vatican News.
Sua narrativa começa pelo Rio Paraíba do Sul (Porque no Nordeste existe também outro rio com este nome, cruzando o estado da Paraíba), que banha o Vale do mesmo nome, desaguando onde hoje existe a cidade de São João da Barra (RJ).
Desde muitos séculos a região era habitada por tribos indígenas que viviam em seus arredores. Para eles, assim como para nós que hoje vivemos, as águas do Rio Paraíba do Sul são o símbolo da vida que sempre se renova, como um grande dom de Deus feito a cada um de nós.




