
O que até então era considerado para “a vida toda”, há alguns anos perdeu o status de “eterno”. E foi justamente prometendo ajudar quem se viu arrependido, com vontade de fazer um novo desenho ou por questões profissionais, que surgiu a remoção de tatuagem. Graças às novas técnicas, a procura pelo procedimento tem crescido de forma significativa no Brasil e Franca não fica atrás. “A procura é grande, pois muitas pessoas julgam que a tatuagem já não faz parte da realidade que elas vivem hoje, por isso acontece a remoção”, observa o médico Danilo Boaventura, da Clínica Althaia.
Segundo ele, entre os motivos principais para a remoção estão arrependimento, fim de relacionamento, frustração com o resultado da tatuagem, aspiração a um novo trabalho, bullying e preconceito. A boa notícia é que qualquer tipo de tatuagem pode ser removido. “No entanto, antes de iniciar o processo de remoção é preciso uma avaliação minuciosa da pele”, pondera. Isto porque, há algumas contraindicações, como fototipo alto – pele negra -, predisposição a queloides, gravidez, pouca tolerância à dor – no momento do procedimento – e urgência para retirada da tatuagem, uma vez que serão feitas várias sessões – podendo durar meses até o fim da remoção.




