Respeito à autonomia do paciente, inclusive aqueles em fase
terminal; preservação do sigilo profissional; direito de exercer a profissão de
acordo com a consciência; e possibilidade de recusa de atender em locais com
condições precárias são alguns dos pontos previstos no novo Código de Ética
Médica, apresentado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).
O documento é composto por 26 princípios listados como
fundamentais para o exercício da medicina, além de cerca de 120 normas que
condicionam infratores a penas disciplinares.
O código atualizado entra em vigência na próxima terça-feira, 30
de abril, 180 dias após sua publicação no Diário Oficial da União. A versão
anterior vigorava desde abril de 2010.
O presidente do CFM, Carlos Vital, lembrou que foram quase três
anos de discussões e análises. Para ele, os debates, abertos à participação da
categoria por meio de entidades ou manifestação individual, permitiram
modernizar o texto anterior, contemplando mudanças decorrentes de avanços
científicos e tecnológicos e novos contextos na relação em sociedade.




