Inédito no Brasil, o curso de
Engenharia da Complexidade é a proposta da Escola Politécnica (Poli) da USP para
formar o engenheiro do futuro: um profissional capaz de propor soluções em
ambientes de alta complexidade. Alguns dos detalhes foram apresentados em
colóquio na Poli, no começo do mês de abril.
Com metodologia de
ensino/aprendizagem por projetos, o curso irá de encontro à prática corrente da
ciência e da engenharia de enxergar sistemas e suas partes separadamente. A
ideia é que ele seja oferecido a turmas anuais no campus da cidade de Santos,
com duração de 5 anos, mas não há previsão de início.
Um dos exemplos dados para explicar a
ação do engenheiro de complexidade foi a construção de um túnel ou de um
viaduto em que fosse levado em conta o impacto da obra de maneira ampla: tanto
na economia, quanto no ambiente urbano e na população em si.
A palavra chave da engenharia de
complexidade é integração de conhecimentos de outras áreas da engenharia para
oferecer soluções de deem conta dos mais diversos aspectos de um problema.




