Imagine as duas faces de uma
moeda. É como funcionam a insulina e a amilina no organismo. Ambas são
produzidas pelas células beta no pâncreas e trabalham numa espécie de parceria
no que diz respeito ao metabolismo dos carboidratos.
A insulina permite que o
açúcar que está presente no sangue penetre nas células para ser utilizado como
fonte de energia. Se esse hormônio falta ou não funciona corretamente, haverá
aumento de glicose no sangue, que é o diabetes.
A amilina, por sua vez, é o
“hormônio parceiro” que envia sinais de saciedade ao cérebro, para que ninguém
coma sem parar, assim como retarda o esvaziamento gástrico do estômago, para
evitar a ingestão excessiva de calorias – do contrário, não haveria insulina
que desse conta de tanto açúcar!
No entanto, apesar dessa
complementaridade, o tratamento para o controle do diabetes se vale apenas da
reposição de insulina, deixando de lado a reposição da amilina. E por quê?




