O Brasil tem quase 4 milhões e meio de doadores cadastrados no Redome, o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea. Mas encontrar pessoas dispostas a aumentar essa lista, está se tornando algo cada vez mais raro.
Em 2017, pouco mais de 280 mil novas pessoas se dispuseram a doar, o pior número dos últimos três anos. De 2015 pra cá, os novos cadastros só vêm caindo. Em relação a 2016, a queda foi de 14%.
Essa redução é um drama a mais para quem vive a expectativa de receber a doação de medula óssea. Encontrar alguém compatível é difícil. No Brasil, o índice de compatibilidade é de uma a cada 50 mil pessoas, por isso, quanto mais doadores na lista, maior a chance de um transplante acontecer.
Os Hemocentros Regionais ou mais conhecidos como Bancos de Sangue Públicos são responsáveis por cadastrar os interessados em se tornar doadores de medula óssea. Os dados são agrupados em um registro único e nacional (REDOME). Um indivíduo pode ser voluntário para a doação de sangue, doação de medula ou de ambos. É importante que este desejo seja explicitado no momento do cadastro.




