Habituada ao dissenso como premissa de trabalho, a juíza Andréa Pachá acumula décadas de observação de brasileiros em conflito.
Só na Vara de Família do Rio de Janeiro são 20 anos, acolhendo processos de separação, guarda parental, paternidade e outras demandas do (des)amor.
A experiência inclui participação no Conselho Nacional de Justiça, na implantação de varas de Violência Doméstica em todo o País e na formalização de pedidos de adoção.
No local onde são decididas questões objetivas, a subjetividade das pessoas presentes dá o tom da situação.




