Os pequenos estabelecimentos dos bairros periféricos reclamam que não têm condições de competir no delivery com os grandes supermercados
O lockdown criou uma situação inusitada para os pequenos estabelecimentos varejistas de alimentos.
Principalmente os situados nos bairros da periferia mais distante do centro da cidade.
Adotado pela Prefeitura Municipal para tentar contar a proliferação do coronavírus, o lockdown proíbe a abertura das lojas, mas permite o funcionamento por delivery.
Um pequeno empresário fez contato com a reportagem do Jornal da Franca para expor seu caso.




