
Nos últimos anos, principalmente na era Lula, o número de reclamações e indignações contra a imprensa aumentou. Impressão minha? Ok! A imprensa marrom vem de longos tempos. Mas imprensa golpista? Será?
Não é raro encontrar pela rede questionamentos sobre reportagens da Veja, da Isto É, da carta capital e de outras revistas, inclusive de telejornais, como o Jornal Nacional e de articulistas como o Reinaldo de Azevedo, por exemplo, que polemiza demasiadamente – e se regozija quando o faz – , mas, às vezes, baseado em falácias, em verborragia (e nisso ele é muito bom). A imprensa, disfarçadamente, sempre esteve ao lado deste ou daquele, principalmente se este ou aquele a beneficia direta ou indiretamente. Mas, repito: imprensa golpista?
Já existe uma definição na Wikipédia para o termo: “O Partido da Imprensa Golpista (comumente abreviado para PIG ou PiG) é uma expressão usada por órgãos de imprensa e blogs políticos de orientação de esquerda para se referir a órgãos de imprensa e jornalistas por eles considerados tendenciosos, que se utilizariam do que chamam grande mídia como meio de propagar suas ideias e tentar desestabilizar governos de orientação política contrária.”




