
O presidente Jair Bolsonaro afirmou que o novo imposto sobre transações defendido pelo ministro Paulo Guedes (Economia) não é a CPMF, mas se esquivou de responder se é favorável à proposta.
Em uma das etapas da reforma tributária, Guedes planeja apresentar um imposto para incidir sobre transações digitais.
As alíquotas estudadas pelo ministro variam de 0,2% a 0,4%, com potencial de arrecadação anual de R$ 60 bilhões a R$ 120 bilhões, que seriam usados para bancar uma desoneração da folha de pagamentos.




