
Mais que a epidemia de febre amarela que tomou conta do Brasil nos últimos meses, uma nova febre vem assolando o país – e Franca já sente os reflexos, atingindo pessoas de todas as idades, credos, raças e classes sociais. Trata-se da fake News, expressão ouvida com frequência nos últimos tempos e que cada vez mais cria polêmicas que envolvem desde pequenas empresas até governos.
A expressão é usada para se referir a notícias falsas ou imprecisas, que, na maioria das vezes, são divulgadas pela internet, de maneira extremamente rápida e eficiente. E elas não englobam apenas as notícias em formato jornalístico, mas também tweets, propagandas, imagens manipuladas e até áudios do WhatsApp. Elas podem ser usadas para aplicar golpes, espalhar vírus, espalhar dúvidas infundadas sobre doenças, influenciar opiniões e até manipular o cenário político.
Suas manchetes alarmistas, com conteúdo falso, rendem muitos cliques. A audiência acaba atraindo anúncios publicitários que, por sua vez, tornam este mercado altamente rentável. Nos casos de postagens sem intuito lucrativo, a intenção é apenas gerar uma comoção pública – o que acaba envolvendo e prejudicando pessoas anônimas que, de repente, têm suas vidas expostas e são execradas na internet.




