A onda de roubos a postos de combustíveis continua assombrando aos
frentistas. É notório a ousadia dos criminosos que, hoje não se contentam em
apenas roubar, eles muitas vezes agridem as vítimas, mesmo sem nenhum tipo de
reação.
Alguns
funcionários resolveram abandonar a profissão, após as seguidas vezes na mira
de revólveres. Pais de família, os frentistas são alvos fáceis dos criminosos
que, muitas vezes aproveitam a falta de segurança no local, para atacar.
Um caso
ocorrido no ano passado, e que deixou perplexos os profissionais da área, foi o
latrocínio que acabou com a morte do frentista Marcio Rangel no Posto Dallas da
Avenida Carlos Roberto Haddad no Jardim Aviação.
O desempregado
Hyago de Paula Rodrigues, de 23 anos, acusado de roubar e matar o frentista foi
condenado a 23 anos e quatro meses de reclusão. Além dele, o sapateiro Thiago
Alex de Oliveira Silva, 21, apontado como o ‘mentor’ do latrocínio (roubo
seguido de morte), recebeu a mesma pena.




