
Celebrar os mortos é costume antigo da maioria dos povos. Historicamente parece ter iniciado no século II, época em que os cristãos oravam pelos falecidos e faziam visitas aos túmulos dos mártires e Santos.
Segundo o filósofo e pensador espírita, francês, Leon Denis, considerado o consolidador do espiritismo pós Allan Kardec, o estabelecimento de uma data específica para a comemoração dos mortos é uma iniciativa dos druidas, pessoas encarregadas das tarefas de aconselhamento e ensino jurídicos e filosóficos dentro da sociedade Celta, que acreditavam na continuidade da vida após a morte. Reuniam-se nos lares, e não nos cemitérios, no primeiro dia de novembro, para homenagear e evocar os mortos.
No Século V, a Igreja Católica Romana instituiu um dia especial para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. Porém somente no século XIII esse dia passou a ser comemorado em 2 de novembro, dia seguinte à Festa de todos os Santos.




