A sobrevivência dos Botos é importante para a última ecologia do Amazonas, para a pesquisa científica e para estimular a superação de problemas socioambientais e de violência contra animais e o ambiente na Amazônia, confira a aventura da vida desta espécie raríssima no mundo.
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| Uma espécie raríssima em todo planeta está virando isca de pescadores na Amazônia |
Através de Vandré Fonseca, um jornalista que vive na Amazônia há dez anos (morou primeiro em Roraima, agora está em Manaus), bem como com informações do site OEco, aqui no blog da ecologia, informações sobre a ameaça à sobrevivência dos botos fluviais do Amazonas, espécie raríssima. Os últimos de que se tinha notícia, no planeta. acabaram por ser extintos nos rios da China. Em todo o mundo existiam outras duas espécies de Botos de rio, da mesma família do Boto vermelho, a Platanistoidea. Uma ainda pode ser encontrada em alguns poucos rios da Índia e Paquistão, a Platanista sp, ameaçada pela poluição e represamento dos rios. A segunda está tecnicamente extinta, o baiji (Lipotes vexillifer), que era encontrado no Rio Yangtzé em território chinês. Apesar da população de Botos na Amazônia ainda ser grande, a perda de animais está sendo alta. A espécie vive cerca de 35 anos e demora para se reproduzir. A fêmea só atinge a maturidade sexual aos sete ou oito anos. A gestação demora entre 11 e 12 meses e só nasce um filhote por vez. Outro nascimento só depois que esse for desmamado, e isto demora dois anos. Só com três anos de idade, o filho se afasta da mãe. “Se você tirar um macho ou fêmea que ainda não se reproduziu, a perda para a população é ainda mais rápida. Em décadas, pode chegar a níveis críticos”, destaca a bióloga Vera Silva, cientista do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e do Projeto Boto.
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| A interação com os Botos alimenta o ecoturismo mas precisa ser melhor regulamentada |
A lenda diante da realidade hoje dos Botos amazônicos






