
Ele possui uma agenda repleta de apresentações Brasil afora, vive hospedado em casas de amigos ou em hotéis a cada cidade que visita e tem sido responsável pela venda de milhões de livros e discos.
Conhecido nacionalmente por seu trabalho como comunicador, Padre Fábio de Melo é hoje um dos principais fenômenos do país, mobilizando verdadeiras multidões por onde passa, além das principais redes sociais.
Predestinado, tudo o que fala repercute, tudo o que escreve ecoa ante os olhos das pessoas bem intencionadas. Seus gestos são imitados, suas ações são valorizadas. Atentamente observado, ele é ídolo de jovens, adultos e idosos.
Não há quem não o admire, seja pela experiência religiosa, seja pela capacidade transformadora.
Padre Fábio de Melo tem um talento nato para se comunicar. No rádio, suas palavras atinge todo o Brasil. Na televisão, ele magnetiza as pessoas, que passam a segui-lo.
Nos livros, ele evangeliza pelos exemplos. Não há um conjunto de belas frases que não tenha pelo menos uma de sua autoria, sempre provocando reflexão espiritual.

Fenômeno de comunicação, atualmente possui 19 CDs gravados e repertórios que valorizam a religiosidade e cultura, ao mesmo tempo em que suas composições são poesias através de uma roupagem e ritmos modernos.
Padre Fábio de Melo é ainda autor de obras-primas da literatura como, “Quem me roubou de mim”, “Tempo: Saudades e Esquecimentos”, “Quando o sofrimento bater à sua porta”, “Amigo: somos muitos, mesmo sendo dois”, “Orfandades’ e ‘Tempos de Espera”, sempre entre os mais vendidos no Brasil.
Ao todo, Fábio de Melo já vendeu mais de dois milhões de cópias de CDs (1,8 milhão apenas na Som Livre), além de 500 mil livros.
Em Franca, ele volta com o show “A Estrada Sou Eu”, no próximo dia 05 de junho, no Ginásio Poliesportivo – Pedrocão, quando pretende apresentar canções de compositores da música católica como: “Tudo é do Pai” de Frederico Cruz, “Tom de Calma”, de Ziza Fernandes.
Além das grandes canções católicas, teremos também canções do repertório popular como: “Romaria e Calix Bento”, sem contar as melodias românticas. Não haverá participação especial.
Para falar sobre isso e um pouco sobre sua vida, Padre Fábio de Melo conseguiu um tempo na sua concorrida agenda para atender a reportagem do Jornal da Franca e da revista Enfoque, que publicou a entrevista, aqui reproduzida, com exclusividade.
Jornal da Franca – Qual a proposta de seu show que ocorrerá no próximo dia 5 de junho, em Franca?
Padre Fábio de Melo – A proposta deste show é unir fé e a cultura religiosa. O que eu quero verdadeiramente é fazer bem ao coração das pessoas. Os meus eventos são realizados com este objetivo.
P – Esse novo show conta com quantas músicas? Quais delas o senhor destacaria?
R – São 19 canções. Destacaria as músicas “Viver pra mim é Cristo” e “Romaria”.
P – O que o público pode esperar do show “A Estrada Sou Eu”? Haverá participações especiais? O que poderá ser visto neste dia?
R – No show que será realizado no Ginásio Poliesportivo Pedrocão, no dia 05 de junho, cantarei canções de compositores da música católica como: “Tudo é do Pai” de Frederico Cruz, “Tom de Calma”, de Ziza Fernandes. Além das grandes canções católicas, teremos também canções do repertório popular como: “Romaria e Calix Bento”. Não haverá participação especial.

P – É a primeira vez que vem a Franca?
R – Já estive em Franca em várias ocasiões, especialmente no Hallel.
P – O que sabe sobre a cidade e sua população? E quais suas expectativas sobre o público que encontrará aqui? Quantas pessoas são esperadas?
R – É sempre bom estar em Franca, seja a passeio ou a trabalho, as lembranças da cidade são sempre boas. Tenho muitos amigos em Franca. Tenho certeza que será um show muito especial, pois o público é receptivo e acolhedor. A expectativa é ver o Pedrocão cheio.
P – Falando um pouco sobre sua vida e atividades, como e quando foi seu ingresso nesse universo das artes – música e literatura?
R – Sou o caçula de uma costureira sensível e de um pedreiro que adorava uma viola. Passei minha infância num contexto rural e simples. E o contexto da simplicidade é o da criatividade. Minha primeira letra é de 1991, “Ausência”, música que está no CD “Tom de Minas”. “Tempo, saudades e esquecimentos” foi o primeiro livro que escrevi pela Editora Paulinas.
P – Geralmente, quando compõe ou escreve algum texto, se inspira em que? E o que pretende passar para as pessoas?
P – O cotidiano é minha fonte. A vida humana é minha matéria. Ou porque vivi, ou porque vi de perto. Não tenho nada de extraordinário no meu dia a dia, mas a arte me permite enxergar a beleza velada de todas as realidades. Deus mora na simplicidade. Meu processo de criação musical é intuitivo, quase sempre nascendo de uma frase musical e um trecho de letra que se encaixam em uma canção que acaba pedindo um contexto próprio. E imagino que é assim também com muitos outros compositores.
P – O senhor é jovem, possui um estilo despojado, é um homem bonito. Como é o assédio? E como lida com ele?
R – Eu procuro viver com muita seriedade o meu ofício. O tratamento que o outro me dá precisa ser autorizado por mim. O trabalho é meu: distinguir o carinho do assédio. Quanto aos e-mails é fácil: deleto.
P – O senhor está nas principais redes sociais, o que acaba aproximando ainda mais os seus seguidores do Padre Fábio de Melo. Muitos até se surpreendem com seu bom humor, brincadeiras e a forma como enxerga determinados assuntos. Em sua opinião, o que isso agrega?
R – Eu me utilizo de tudo o que posso. Os meios estão aí e as pessoas estão necessitadas. Não posso negligenciar a oportunidade de melhorar o mundo, as pessoas.
P – Por outro lado, o senhor é considerado hoje um dos principais fenômenos das redes sociais. A que atribui isso?
R – Ao humor. Ele quebra distâncias e eu gosto de ser bem-humorado.
P – Como o senhor procura exercer seu papel de sacerdote para que sua mensagem chegue até as pessoas, tocando-as da forma como deve ser?
R – Eu não me anuncio, mas tudo o que anuncio passa necessariamente por mim. É a imanência histórica de Deus. Sou um lugar humano que pretende ser casa do Sagrado. O objetivo de todo líder religioso é trazer Deus para a história. Eu assumo esse desafio.
P – Acredita que tem conseguido atingir esse objetivo?
Sim. Minha maior alegria é quando escuto alguém dizer que o meu trabalho lhe fez ser alguém melhor. Só por



