“O Boca é um adversário duro, mas para eles também será duro”. A fala do presidente Mauricio Galiotte ao Fox Sports resume bem o pensamento do Palmeiras sobre o sorteio da fase de grupos da Copa Libertadores, em que o Verdão enfrentará os xeneize, além de Allianza Lima e um adversário ainda indefinido.
“Acho que não tem tranquilidade, todos os jogos são difíceis. Todos os grupos são muito difíceis. Vamos jogar com o Boca, um clássico do futebol sul-americano. Sempre bom disputar um clássico, se preparar para enfrentar grandes adversários. A Libertadores é isso, são grandes jogos, grandes adversários e precisamos nos preparar”, completou.
Internamente, a avaliação da diretoria alviverde é de que a pressão colocada pelo próprio clube sobre os atletas foi prejudicial ao desempenho do Palestra na Libertadores deste ano. A equipe chegou a produzir uma camisa especial que levava os dizeres “Obsessão”, em referência à música cantada pela torcida, que trata da obstinação pela conquista da América. Posteriormente, Alexandre Mattos chegou a pedir aos atletas para que não usassem o termo em suas entrevistas.
Em jejum na Copa Libertadores desde 1999, ano em que conquistou seu único título, o Palmeiras fracassou nas duas últimas edições do torneio. Em 2016, o time alviverde caiu logo na primeira fase e, em 2017, acabou eliminado pelo Barcelona de Guaiaquil nas oitavas de final.




