
Ainda está difícil prever qual será o impacto da pandemia do coronavírus na economia. Espera-se que haja uma retração na atividade econômica e, como consequência, que o desemprego aumente.
Essa mudança rápida na situação da renda das famílias e das empresas tem levado a uma questão: como ficam os contratos firmados antes da crise? E quem não conseguir cumprir algum compromisso?
Segundo o advogado Flávio Lima, especialista em contencioso e arbitragem do escritório Mattos Filho, e Mariana Spoto Cobra, especialista em negócios imobiliários, vários contratos já estão sendo renegociados, e até contestados na Justiça, com base na condição de força maior.




