Tão dependentes das aglomerações, os eventos e atividades culturais foram os primeiros segmentos afetados pela pandemia de coronavírus e também os que sofreram as maiores interdições, e devem ser os últimos a voltar a normalidade.
Essas atividades empregavam em 2018 mais de cinco milhões de trabalhadores diretos, de acordo com o IBGE.
Além disso, o setores de eventos e de turismo, que costumam andar de mãos dadas, representam em conjunto a segunda maior economia do estado do Rio de Janeiro, movimentando cerca de 300 bilhões de reais por ano, atrás apenas da indústria de oleo e gas. Os efeitos da pandemia são igualmente grandiosos.
Pelas contas da Associação Apresenta Rio, que reúne promotores de eventos do Rio de Janeiro, a paralisia das atividades já custou cerca de um milhão e 300 mil empregos em todo o país, e pelo menos 300 mil apenas no estado.




