
Todo fim de ano é igual. Um tal de pesar o passado e pensar no futuro. Entre o lá e o cá, fico outra vez com o meu velho mantra: “Nada de coisas impossíveis para que a vida possa ser mais bem vivida. Apenas uma praia para janeiro, uma fantasia para fevereiro, um conhaque para junho, um livro para agosto e as mesmas vontades para dezembro”.
(Stanislaw Ponte Preta)




