
Desde fins do século XIX, quando a medicina conseguiu finalmente difundir as técnicas de anestesia e os procedimentos para evitar infecções, realizar os partos por meio de um procedimento cirúrgico é uma opção ao alcance das mulheres em grande parte do planeta. No ranking da Organização Mundial de Saúde – OMS, o Brasil aparece na segunda colocação entre os países com mais cesarianas em relação ao total de nascimentos: 52% na rede pública e 88% na rede privada.
Em Franca, a situação se repete. A Santa Casa de Misericórdia realiza a média de 350 partos por mês, sendo 150 cesarianas de alto risco, uma vez que o complexo hospitalar é referência em atendimento de casos de alta complexidade, o que justificaria a alta taxa de cesáreas. “Porém, a Santa Casa, sendo detentora do título de Hospital Amigo da Criança, incentiva a realização do parto normal, humanizado, sempre que possível e que não ofereça risco às mulheres”, reforça o assessor Henrique Novais.




