Após a paralisação dos caminhoneiros, que durou 10 dias no fim do mês de maio, o Estado de São Paulo estuda medidas para equalizar a diminuição da arrecadação nos pedágios.
Entre as medidas estudadas para equilibrar as contas, está a possibilidade de solicitar ao Governo Federal o ressarcimento das perdas, além de reajustar tarifas em praças estaduais.
A principal cobrança das empresas são prejuízos em decorrência das concessões feitas aos caminhoneiros. As empresas dizem que buscam um “reequilíbrio econômico-financeiro” dos contratos.
O ponto mais questionado é o fim da cobrança do eixo suspenso dos caminhões nas tarifas de pedágio. Há estimativas de que cerca de R$ 600 milhões deixarão de ser arrecadados, conforme previu o Governo Estadual no fim do mês de maio, durante as negociações com os motoristas de caminhões.




