Uma pesquisa inédita revelou que 35 mil brasileiros em idade produtiva sofrem de esclerose múltipla, doença rara, que não tem cura.
Apesar da baixa incidência, os impactos são significativos na qualidade de vida das pessoas.
A pesquisa, divulgada na Casa Firjan, na zona sul do Rio de Janeiro, não trata da parte médica da doença, se atendo a tentar entender como é a vida de um profissional com esclerose múltipla no ambiente de trabalho.
Essas pessoas enfrentam sintomas como fadiga, problemas de visão e de memória, dificuldades de locomoção, dores crônicas e depressão, resultado da deterioração de algumas estruturas do sistema nervoso.




