Atualmente, o Brasil enfrenta a pior crise de saúde mental da sua história. Segundo dados que foram disponibilizados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), apenas em 2024, mais de 472 mil trabalhadores precisaram ser afastados por transtornos psicológicos como ansiedade, depressão e burnout, o que representa um aumento de 68% em relação a 2023.
Os afastamentos têm durado, em média, três meses, com custo mensal de R$1.900 por colaborador, totalizando mais de R$3 bilhões em impacto econômico direto para os cofres públicos no último ano.
Diante desse cenário, empresas têm buscado soluções inovadoras para promover o bem-estar de seus colaboradores e uma delas vem do mundo pet. Com mais de 160 milhões de animais de estimação, o Brasil é o terceiro maior mercado pet do mundo, e os pets vêm se revelando aliados poderosos na saúde emocional das pessoas.
“Estudos mostram que a convivência com animais reduz os níveis de estresse, melhora o humor, diminui a ansiedade e aumenta a sensação de bem-estar. Isso reflete diretamente em maior produtividade e engajamento no ambiente corporativo”, afirma Rodrigo Gomes, cofundador e CEO da Budz, uma pet tech brasileira que utiliza inteligência artificial para empoderar tutores no cuidado com seus pets.




