Graças à influência do El Niño, ao uso constante das caras e poluentes Termelétricas e também da queda de produção industrial por causa da crise da economia, o apagão das Hidrelétricas não está nos levando ao caos mas no país mais ensolarado do mundo é urgente usar a Energia Solar, cientistas já indicam como saída placas solares flutuantes também nas represas do Rio Grande ou em Sobradinho no Nordeste, para completar a geração de eletricidade para todos consumidores de maneira mais econômica e mais ecológica, isto já poderia estar implantado desde setembro e seria um polo de Desenvolvimento Sustentável no interior brasileiro. O projeto ficou no papel…

Na Europa já estão implantadas e no Brasil já existe a tecnologia e empresas de placas solares flutuantes
A conta de luz cada vez mais alta e os constantes apagões por aqui e em todo o Sudeste e Nordeste do Brasil são o sintoma de que é preciso urgentemente mudar a estrutura energética brasileira. Todos os dias os técnicos analisam a condição de chuvas ou a escassez de água e assim a Agência Nacional de Águas (ANA) faz um balanço específico para cada uma das regiões brasileiras, consegue levantar quanto cada região está podendo em face dos recursos hídricos gerar de energia elétrica e qual está sendo a cada dia o volume total do consumo. A conta precisa fechar, a energia gerada tem que ser igual ou maior do que a demanda ou a necessidade dos consumidores ou indústrias e comércio em usarem de eletricidade. A falta de chuva no verão 2013/2014 e 2014/2015 deixou o Brasil numa grave crise hídrica. Quase toda a energia consumida no país vem das Hidrelétricas, que precisam da água da chuva volumosa do verão para assim garantir o funcionamento e fornecimento no restante do ano. As usinas hidrelétricas do sistema Furnas, daqui da divisa de São Paulo com Minas Gerais, nas represas do Rio Grande, abastecem o Sudeste e boa parte do Brasil, com o apoio da Itaipu que fica ao Sul e já está tendo que emprestar energia a outras regiões brasileiras. O país só não apagou em 2014 e em 2015 porque as usinas termoelétricas estão funcionando a toda carga desde 2013 (mesmo custando o olho da cara e poluindo ao emitir mais CO2, agravando o Efeito Estufa, que está na origem do problema hídrico). Ainda bem que a chuvarada sobre o Sul do Brasil agora em 2015, provocada pelo fenômeno oceânico El Niño, vem deixando a usina de Itaipu bem abastecida de água e então, abarrotada de energia. Não fosse este fenômeno da natureza, já estaríamos num caos de energia. O Sul é a única região que está produzindo muito mais do que seu consumo. O que sobra do Sul está sendo distribuído para as outras regiões do país. Podemos dizer que o Norte e o Nordeste não apagaram até agora por causa do excesso ou excedente de energia made in Itaipu. A energia que não é usada pelo Sul cobre as deficiências do subssistema Centro-Oeste/Sudeste, que por sua vez empresta energia para o Nordeste. O Norte também empresta energia para o Nordeste e todas as luzes estão ficando acesas, por enquanto. NOSSA OPINIÃO – Até quando? Podemos dizer é o fenômeno natural El Niño junto com as caríssimas e poluentes usinas térmicas e mais a crise econômica (que diminui a demanda industrial) este contexto é que está hoje livrando o Brasil de um grande apagão. Não fosse a eletricidade que sobra pela excessiva chuvarada sobre o Sul brasileira, graças ao El Niño, que tem este lado bom, nosso país já estaria sem energia. Por indicação dos cientistas, a implantação de placas flutuantes de Energia Solar nas represas das Hidrelétricas daqui do Rio Grande, de Sobradinho no São Francisco e de Balbina na Amazônia, foi anunciada pelo MME para começar em setembro de 2015. Já estamos em novembro e nada. O Ministério de Minas e Energia tem que agilizar a agenda solar para o Brasil não apagar, a conta de luz ficar mais barata e a recuperação do equilíbrio ecológico do meio ambiente começar antes que seja tarde demais.

A escassez de chuvas (à exceção do Sul) estão levando a apagões nas hidrelétricas brasileiras

Estava agendado para setembro de 2015 placas solares flutuantes para aumentar geração de energia mas…

Para exemplificar a situação Hidrelétricas do Rio Grande por aqui na região estão por um fio..
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