O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) suspendeu parte dos serviços nas cidades de Alfenas, Bom Repouso, Claraval, São Thomé das Letras e Serranos devido à falta de pagamento das prefeituras. Agora, a transferência entre hospitais e o deslocamento aéreo não são mais feitos pelo órgão.
De acordo com o contrato assinado entre o Samu Regional e as prefeituras, cada uma paga o valor de R$ 0, 25 por habitante pelo atendimento secundário. Já o atendimento primário, em casos de acidentes ou socorro doméstico, não tem preço para as administrações e não foi afetado.
“O paciente dessas cidades inadimplentes que precisam de um recurso e que não possua dentro das unidades de saúde do município, ele não terá assistência do Samu para conseguir esse recurso, ou seja, transferir para um hospital de maior complexidade onde tenha o recurso necessário para prevenir sequelas e preservar a vida”, disse o secretário-executivo do Cissul Samu, Jovane Ernesto.
Ainda conforme o secretário-executivo, a decisão de cortar o serviço para os municípios inadimplentes só é tomada após várias tentativas de negociação.




