Na nota técnica, o Ministério da Saúde diz que a possibilidade de usar doses de diferentes fabricantes tem embasamento científico.
Com a baixa oferta de novas doses da vacina da AstraZeneca contra a Covid-19, o Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, autorizou os municípios a aplicarem a segunda dose de um imunizante diferente, no caso, o da Pfizer, como um substituto para a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica britânica.
A mudança de procedimento foi anunciada por meio de uma nota técnica do Ministério da Saúde, que diz que a troca dos imunizantes não deve ser uma regra.
A recomendação é somente para casos em que não for possível administrar uma segunda dose usando a mesma vacina que foi aplicada na primeira, seja por contraindicações, como no caso das gestantes, seja pela falta do imunizante.




