Fake news costumam explorar emoções intensas como medo, raiva e indignação. Esse apelo emocional funciona como um atalho mental (Foto Arquivo)
A disseminação de fake news ganhou uma dimensão inédita com as redes sociais. Mais do que um problema de informação, o fenômeno envolve aspectos psicológicos, emocionais e tecnológicos que influenciam diretamente a forma como as pessoas consomem e compartilham conteúdo.
Pesquisadoras como Rafiza Varão, da Universidade de Brasília, apontam que um dos principais fatores por trás desse comportamento é o chamado viés de confirmação — a tendência de acreditar naquilo que reforça crenças já existentes.
Crenças, repetição e mente seletiva




