
Mesmo neste momento, o mais agudo da pandemia de Covid-19 no país até agora, com recorde de casos e de mortes diárias e num estágio em que quase todo mundo conhece alguém que morreu por causa da doença, proliferam comportamentos que atentam contra a própria chance de sobrevivência.
Máscaras são deixadas no queixo, no bolso ou em casa, visitas a amigos ou familiares ganham espaço na agenda e bailes e festas clandestinas atraem pessoas, apesar da orientação estrita para que aglomerações sejam evitadas.
Nem imagens e relatos de pessoas padecendo em UTIs, muitas vezes intubadas e sujeitas a complicações como sepse e sequelas neurológicas, conseguem inibir completamente essas atitudes.




