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Por que nossos ancestrais não tinham problemas no coração? Veja a resposta.

Se se movimentassem mais durante o dia, milhões de pessoas poderiam jogar fora a maioria de seus remédios.

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Você já leu sobre todos os problemas de saúde que aumentam o risco de doenças coronarianas – de colesterol alto e resistência à insulina até síndrome metabólica.

Há mais um para acrescentar à lista, e um número altíssimo de pessoas sofre disso. Mas a taxa de cura é de 100% com o tratamento correto – que, por falar nisso, é de graça… e está disponível em todo lugar. O problema? A doença do sedentarismo.

Por que nossos ancestrais não tinham problemas no coração? Por uma razão muito simples: eles passavam os dias em pé. 

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Movimentar-se mais durante o dia pode, por si só, reduzir a hipertensão arterial. E exercício mais vigoroso é a cura original para o colesterol.

O segredo para evitar problemas no coração? Se movimentar!

Se simplesmente se movimentassem mais durante o dia, milhões de pessoas poderiam jogar fora a maioria de seus remédios e viver mais com o coração mais forte. 

Considere a evidência: exercício é um dos modos mais eficazes de aumentar o HDL (o colesterol “bom”) .

“Exercitar-se três vezes por semana por apenas 30 minutos pode elevar o HDL em até 18%.”

Em uma revisão de 37 estudos sobre exercícios e HDL, os pesquisadores descobriram que exercitar-se três vezes por semana por apenas 30 minutos pode elevar o HDL em até 18%. 

Permanecer ativo também reduz a pressão arterial e os triglicerídios, gorduras relacionadas ao diabetes e a um maior risco de problemas do coração.

Adeus, remédios!

A diminuição da pressão arterial é outra recompensa. 500 homens e mulheres regularmente ativos – mesmo que apenas joguem um futebol aos finais de semana ou cuidassem do jardim alguns dias – mostraram maior probabilidade de ter artérias livres de placas. E, como resultado, pressão arterial mais baixa do que pessoas sedentárias.

O exercício pode reduzir os números tanto da pressão sistólica quanto da diastólica em 5 a 10 pontos. E assim, o suficiente para permitir que pessoas com hipertensão limítrofe parem de tomar remédios.

Cesar Colleti

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