O sucesso do pix prova que o futuro do dinheiro não precisa ser controlado pelas grandes bandeiras de cartão (Foto Arquivo)
O que para os brasileiros já virou uma rotina banal com o uso do pix, para a maior potência econômica do mundo soa como um sinal de alerta vermelho.
Imagine a cena: você vai à padaria da esquina, pede um pão de queijo e, em dois segundos, aponta o celular para pagar a conta. Sem carteira, sem maquininha, sem taxas ocultas.
Já imaginou por que os Estados Unidos olham para o nosso sistema de pagamentos instantâneos com tanto receio?




