
Um artigo de abril de Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), maior entidade sindical do país, já acusava em seu título: “Reforma Trabalhista destrói a CLT”.
O projeto de lei – que mexe em cerca de cem artigos dessa legislação, nascida em 1943, no governo Getúlio Vargas – recebeu, ainda assim, o aval da maioria dos deputados e agora segue para o Senado.
Ao contrário do que o recente debate faz parecer, porém, a CLT não é considerada intocável pelo movimento sindical.




