Equipe de Vigilância em Saúde coloca fumaça para matar possíveis mosquitos transmissores da malária
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou nesta semana o uso da primeira vacina contra a malária, doença que deixou mais de 400 mil mortos no mundo apenas em 2019, segundo a instituição.
No entanto, o imunizante, chamado de RTS,S e desenvolvido pela farmacêutica GSK com o nome comercial Mosquirix, provavelmente não será aplicado no Brasil.
Isso porque a tecnologia utilizada na vacina previne a doença provocada pelo protozoário Plasmodium falciparum, responsável por mais de 90% dos casos no mundo.
Mas, no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, esse protozoário é responsável por apenas 15,8% dos casos da doença registrados em 2020.




