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Superar os tabus ou desconhecimento e desprezo da Homeopatia pode avançar a Saúde Pública |
Post de ontem, aqui, surpreendeu a muitos que não sabiam da fórmula criada pelo médico Renan Marino, mestre em ciência e saúde da Famerp: hoje, informações de um outro médico, valorizando a terapia homeopática, confira a seguir no nosso flash de hoje.
Superar os tabus ou desconhecimento e desprezo da Homeopatia pode avançar a Saúde Pública
“A Homeopatia não resolve todos os problemas de saúde do ser humano, assim como a Medicina Natural e a Alopatia não o fazem também”, argumenta o médico Moisés Chencinski que na maior parte dos casos usa a terapia homeopática no seu consultório de pediatra em São Paulo, mas que reconhece o valor de todas as linhas terapêuticas, que podem se conjugar: “Há espaço para mais de uma linha terapêutica, desde que se respeite, em primeiro lugar um dos principais conceitos médicos vindos desde o tempo de Hipócrates na história da Medicina: Primum non nocere, ou, primeiro não causar mal. É o que consta do Juramento que todo médico faz quando se forma: Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. Dr. Moisés cita a ética médica para explicar a sua posição, confira aqui no nosso blog um resumo do seu texto que se refere de leve também ao problema dos efeitos colaterais de alguns medicamentos alopáticos. A gente está assim, hoje aqui neste webespaço do movimento ecológico, científico, da não violência e da cidadania, ampliando o debate, que causamos na edição de ontem ao divulgar a fórmula criada pelo médico Renan Marino, da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (SP), da Unesp, uma faculdade e um hospital de ponta no interior do Brasil, onde foi desenvolvido o medicamento (chamado hoje de Proden, pelo Laboratório Almeida Prado) que após 10 anos de variados testes e usos em diferentes cidades provou ser eficiente como preventivo das doenças que transmitem o mosquito Aedes aegypti, como Dengue, Chinkungunya, Zika, Microcefalia, que são um dos temas mais discutidos na atualidade, devido ao aumento de incidência de casos. Porém, postamos aqui ontem este questionamento, nem as autoridades políticas da Saúde Pública nem a grande mídia têm dado o destaque merecido à fórmula do médico brasileiro, apesar dela ser sustentável, econômica, eficiente, isso, talvez, devido a um certo tabu ou preconceito ou desconhecimento do alcance da Homeopatia. A fórmula do Dr. Marino deveria ser usada intensamente no Brasil, tanto quanto repelentes, roupas longas, telas de mosquiteiro, eliminação dos criadouros, investimento em saneamento básico e todas as formas de prevenção para aumentar o controle destas doenças ou deste surto ou epidemia. Não deveríamos só estar privilegiando os laboratórios internacionais que disputam a criação de uma vacina (ainda sendo desenvolvida por alopatas como está bem claro na edição de ontem do blog, questionando também a disputa comercial, de mercado). De toda forma, confira a seguir – para estimular o debate – um resumo do texto do médico homeopata que se dedica à terapia de crianças, Moisés Chencinski – que não se mostra radical mas universalista, ele que respeita todas as linhas terapêuticas mas coloca como prioridade no seu dia a dia a Homeopatia.





