
A possibilidade de realizar testes rápidos para o novo coronavírus em farmácias pode ser pouco confiável para o diagnóstico individual da doença e ainda levar as pessoas a comportamentos de risco.
A ferramenta faz mais sentido para estudos epidemiológicos, segundo especialistas ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, do que como um “passaporte imunológico”.
O teste que será oferecido nas farmácias detecta a presença de anticorpos da doença no sangue. Os anticorpos, no entanto, só são detectáveis a partir do sétimo dia do surgimento dos sintomas da infecção – preferencialmente, dez dias depois.




