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Prazo para vacinar contra a febre aftosa em São Paulo termina hoje, dia 30/11

Vacinação contra febre aftosa é obrigatória e não imunizar ou não comunicar acarreta multa

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O produtor tem até hoje, quarta-feira, 30 de novembro de 2016, para vacinar todos os bovinos e bubalinos contra a febre aftosa no Estado de São Paulo, inclusive os que foram imunizados na etapa de maio (que, na época, tinham de zero a 24 meses). A segunda etapa da campanha de 2016 foi iniciada no dia 1º de novembro.

A comunicação da vacinação ao órgão oficial de Defesa Agropecuária, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento ou por meio do sistema informatizado Gedave deve ser feita pelo criador até o dia 7 de dezembro. 

É preciso, ainda, declarar todos os animais de outras espécies existentes na propriedade, tais como: equídeos (equinos, asininos e muares), suideos (suínos, javalis e javaporco), ovinos, caprinos e aves (granjas de aves domésticas, criatórios de avestruzes).

A vacinação contra a febre aftosa é obrigatória. Não vacinar ou não comunicar a vacinação à Defesa Agropecuária até a data estabelecida – 07 de dezembro – torna o responsável passível de sanções: 5 Ufesps (R$ 117,75) por cabeça por deixar de vacinar, e 3 Ufesps (R$ 70,65) por cabeça por deixar de comunicar a vacinação. O valor de cada Ufesp – Unidade Fiscal do Estado de São Paulo é R$ 23,55.

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A expectativa é que 100% do rebanho bovídeo, estimado em 10,6 milhões de cabeças, seja vacinado dentro do prazo estabelecido.

Dados do sistema Gedave desta terça-feira, 29 de novembro, mostram que 60 por cento das propriedades rurais com bovídeos já declararam a vacinação realizada. 

A orientação da Secretaria de Agricultura e Abastecimento é para que o criador vacine dentro do prazo e não deixe para fazer a comunicação na última hora.

“Estamos atentos à sanidade rebanho paulista, de forma que nenhuma doença possa comprometer ou gerar impacto na atividade e na renda dos produtores e do setor”, disse o secretário Arnaldo Jardim, destacando que a Pasta segue as orientações do governador Geraldo Alckmin.

Cesar Colleti

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