Os preços internos do café também subiram um pouco entre a terça e a quarta-feira. No entanto, os negócios seguiram isolados mesmo com a finalização da colheita no Brasil.
“Os compradores repassaram pouco dessa alta para suas ofertas e os produtores, assustados com a seca e o calor e já receosos em vender devido à colheita menor do que a esperada, continuaram retraídos, longe do mercado. Vendem apenas o necessário pra cumprir seus compromissos mais próximos”, disse em relatório o Escritório Carvalhaes.
O café tipo cereja descascado registrou maior valor de negociação em Franca (SP) com saca a R$ 530,00 e alta de 2,91%. Foi a maior oscilação dentre as praças no dia.
O tipo 4/5 registrou maior valor de negociação em Franca (-3,00%) e Varginha (MG) (+2,11%), ambas com saca a R$ 485,00. A maior oscilação no dia dentre as praças ocorreu na praça paulista.
O tipo 6 duro anotou maior valor de negociação em Araguari (MG) com saca a R$ 485,00 e queda de 3,00%.
A maior oscilação no dia dentre as praças ocorreu em Franca (SP) com baixa de 3,06% e saca a R$ 475,00.
Na segunda-feira (18), o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, teve a saca de 60 kg cotada a R$ 406,90 e alta de 1,17%.



