Os cinco primeiros meses do ano foram de queda para as cotações do café arábica.
Na última semana do mês de maio, houve uma alta, fechando acima dos R$ 400 a saca.
Segundo colaboradores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o movimento esteve atrelado à expressiva elevação dos futuros da variedade na Bolsa de Nova York (ICE Futures).
Esta alta é em decorrência a movimentos técnicos, à desvalorização do dólar frente ao Real e a preocupações com o clima mais frio e úmido e com a consequente qualidade dos novos cafés no Brasil.




