
A luta global contra a disseminação do coronavírus ganhou um capítulo local tão dramático quanto oportunista: a batalha pelo álcool em gel.
A orientação da OMS (Organização Mundial da Saúde) de que o uso de álcool em gel a 70% é medida eficiente de prevenção e combate à pandemia do coronavírus gerou uma corrida pelo produto, que sumiu das prateleiras.
A escassez abriu caminho para aproveitadores, que criaram versões falsificadas (e ineficientes); para ludibriadores, que divulgaram receitas caseiras já refutadas por químicos como perigosas; e para especuladores, que inflacionaram o produto para lucrar com a aflição alheia.




