O prefeito Gilson de Souza (DEM) tem mantido um relacionamento distante da Câmara dos Vereadores de Franca. São vários os pontos que levam a esta conclusão, a começar da falta de um interlocutor direto com os parlamentares.
Os projetos chegam muitas vezes sem qualquer explicação ou articulação para serem votados na Câmara. Isso, por si só, já irrita parte dos vereadores. Fora isso, Gilson não esconde preferência a alguns vereadores, que participam de reuniões, eventos e têm acesso privilegiado a informações que os demais não possuem.
Mas o que mais tem causado indignação aos parlamentares é a “apropriação”, pelo prefeito, de propostas feitas por eles e colocadas em prática sem que qualquer menção seja feita ou crédito destinado ao Legislativo.
Quatro situações comprovam esta queixa dos vereadores. Em uma delas, um comissão formada pelos vereadores Della Motta (Podemos), Cristina Vitorino (PRB), Adermis Marini (PSDB) e Kaká (PSDB) esteve na Rodoviária e constatou a desassistência aos migrantes.




