A dívida do Estado com os municípios mineiros tem sido o principal tema entre os prefeitos que participa do Congresso da Associação Mineira dos Municípios (AMM), nesta terça-feira, em Belo Horizonte. A organização do evento disponibilizou um espaço com telão interativo indicando o atraso de cada repasse estadual que não foi feito a cada cidade.
A situação não é diferente nos municípios da região mineira próxima a Franca (sul-sudeste mineiros) como em Cássia, Passos, Ibiraci e Delfinópolis, na região mineira próxima Franca serão atingidas populações de cidades como Delta, Conquista, Sacramento, Claraval, São Tomás de Aquino, Paraíso, São João Batista do Glória, Capetinga, Pratápolis, Itaú, São José da Barra, Monte Santo e Itamogi, entre outras.
Segundo Denilson Teixeira (MDB), prefeito de Arcos, na região Oeste do Estado, a dívida tem prejudicado e quase inviabilizado os trabalhos nas prefeituras. “Arcos nunca passou por uma crise dessa. A gente espera que o governador se sensibilize e zere esta conta até o dia 7”, diz.
Arcos, de acordo com o emedebista, tem uma quantia de mais de R$ 7 milhões a receber do governo de Minas. “Para atender a população, precisamos destes recursos. Queremos melhorar a vida da população, mas para isso precisamos dos recursos”, conta.




