Boletim Epidemiológico divulgado pela Prefeitura de Franca não evoluiu, mesmo com a mudança do cenário
Alguns francanos têm-se manifestado nas redes sociais sobre o Boletim Epidemiológico divulgado toda noite pela Prefeitura de Franca.
A principal razão das manifestações é em relação às informações contidas no relatório de casos de Covid-19.
Quando começou a ser divulgado, com os primeiros casos de Covid-19, o boletim inovou ao mostrar as informações sobre internações em enfermaria, UTI, casos suspeitos, óbitos e casos recuperados.
Agora, depois de 17 meses de pandemia e as campanhas de vacinação, começando dos mais idosos para os mais novos, a realidade foi se transformando, estabelecendo um cenário que exige novas informações complementares.
Perguntas
Além das comorbidades, geralmente informadas na explanação do boletim, os francanos perguntam nas redes sociais de outros detalhes sobre a doença que não constam do Boletim.
Uma das perguntas mais comuns ocorre quando a pessoa que foi a óbito tinha idade para ter recebido as duas doses de vacinação.
O Boletim Epidemiológico não insere essa informação. As pessoas consideram importantes para saber a eficiência da vacina e a razão da contaminação.
Outra pergunta comum é sobre a idade das pessoas internadas em UTI’s, geralmente com estado mais grave de contaminação.
Vacinação
A Prefeitura de Franca tem controle da informação se o paciente já recebeu uma ou duas doses de vacinação. Portanto, as autoridades epidemiológicas sabem da situação vacinal de cada internado.
Dependendo da idade do paciente, esse dado é importante no acompanhamento do que ocorre com a transmissão e a contaminação por covid na área do município.
Um estudo americano divulgado recentemente diz que nem toda vacina protege com 100% de eficiência – nem mesmo as utilizadas em outras epidemias ou para combater outros vírus.
Portanto, os médicos seguem dizendo que é importante continuar com o protocolo sanitário: álcool gel, máscara e distanciamento social.



