
Além de prédios cedidos ao Estado para a manutenção de unidades públicas na cidade, como repartições de secretarias estaduais, delegacias e distritos policiais, entre várias outras, poucos cidadãos sabem que seus impostos também pagam funcionários da Prefeitura que prestam serviços em entidades e instituições.
Este grupo – de 60 pessoas cedidas para trabalharem fora da Prefeitura em 2016 – é formado por médicos, professores, assistentes sociais, serventes, merendeiras, inspetor de alunos, técnicos em enfermagem, enfermeiro, escriturários, ajudantes gerais, dentistas e auxiliar administrativo.
Há motivos nobres, como por exemplo, o médico ginecologista que atende na Cadeia Feminina, ou profissionais de Saúde que trabalham no CDP – Centro de Detenção Provisória e educadores para a APAE, mas a manutenção da maioria destas unidades são de responsabilidade do Estado.
Em outros, fica evidente que seria também do Estado a obrigação de prover este pessoal para serviços cotidianos, como Aeroporto Estadual Cartórios Eleitorais, Detran (Ciretran), Fórum, entre outros.
Veja a relação dos profissionais e locais para onde foram “emprestados”






